« Home | As Mães dizem sempre a verdade! » | Minhas grandes PARVALHOOOOOOONAS! » | ElectroCLA$H » | Eterna contestatária? Eu mesma! Por aquilo em que ... » | Se fosse agora... a imagem teria, pelo menos, o do... » | Musica.. Portuguesa concerteza! » | É caso para dizer : Ups! » | "Se isto não te diz nada..." » | Caça aos verdadeiros terroristas... Os Supremos Te... » | Circo »

Sophia

Sophia de Mello Breyner Andresen. Era esse o seu nome.
Morreu ontem. Talvez morrer não se justifique aqui. Talvez fique melhor: Ausentou-se fisicamente, ontem.
Sim é isso! Sophia não morre, deu a cada um dos seus poemas tudo o que havia nela e por isso ficará viva dentro de cada verso que escreveu.
Beleza, critica, mitologia. Algumas das coisas que caracterizavam, a ela e aos seus poemas.
Lembro-me de vários:

A CIDADE DOS OUTROS

Uma terrível atroz imensa
Desonestidade
Cobre a cidade

Há um murmúrio de combinações
Uma telegrafia
Sem gestos sem sinais sem fios

O mal procura o mal e ambos entendem
Compram e vendem

E com um sabor a coisa morta
A cidade dos outros
Bate à nossa porta
___________________________


Ou aquele que, quando o li disse: é mesmo isto!

25 de Abril

Esta era a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a sbstância do tempo

Foi disto que parte de mim cresceu e por isso não esquecerei a tua obra e tu, por isso, estarás sempre viva, em mim!

Comments

Arctic Monkeys - Old Yellow Bricks


Rota de colisãO

Lá, entre o Sol e o Si